quarta-feira, 11 de novembro de 2009

A vida é como um vapor d’água,

Que se vai com o vento,

Por isso viva a vida por cada oportunidade,

Com um coração quebrantado e contrito,

Na espera de alguém que o restaure e o alegre,

E não com um coração de pedra e gelado,

Pois os mesmo são esmiuçados

Com a força e o poder fogo.

Autor:Douglas Normandia,estudante de administração SP
As vezes somos como a fúria do mar e a força do vento

Mas quando o mar se acalma e os ventos cessam,

Não quer dizer que algo esta errado

Mais sim porque já se passaram

E em breve virão novamente.


Autor: Douglas Normandia ,estudante de administração SP
Pela luz dos olhos teus

Quando a luz dos olhos meu

E a luz dos olhos teu

Resolvem se encontrar

Ai que bom que isso é meu Deus

Que frio que me dá o encontro desse olhar

Mas se a luz dos olhos teus

Resiste aos olhos meus só p'ra me provocar

Meu amor, juro por Deus me sinto incendiar

Meu amor, juro por Deus

Que a luz dos olhos meus já não pode esperar

Quero a luz dos olhos meus

Na luz dos olhos teus sem mais lará-lará

Pela luz dos olhos teus

Eu acho meu amor que só se pode achar

Que a luz dos olhos meus precisa se casar.

domingo, 8 de novembro de 2009

VIVER


Viver é tão bom assim?

Não,no sei

Às vezes fico minutos pensando

Mas resposta nenhuma encontrei.



Penso, penso tanto que canso

Canso da vida e penso...

Agora eu encontrei

A vida é como uma estrada

Começa ,mas não sabe certo o seu fim

E lembrarei que eu pensei, pensei...
A PROCURA DE MIM PELO EGO


Estou de mal com meu ego

Porque ele me ignora o que quero agora

E esse ego que me atrapalha

E me deixa sem falha

Com o meu querer,

O que ele pensa ser?

Esse ego que não me deixa fora de mim,

E me faz agir assim,

Mesmo sem minha autoridade.

Não acredita que isso seja mesmo verdade?

Um alguém assim como eu,

deixar induzir-se,por apenas um ego seu.

Voçê não entendeu ego?

Acabou-se,

Não há mais o que fazer.

Esta é minha decisão,

Imprecisa, mais também precisa,

Porque é a porta-entre aberta para uma saída

Quero morrer mais que sete vezes, até acabar todas

as minhas vidas.



Quero suicidar-me,

Enforcar-me!

Pois a vida para mim não tem mais valor.

Valor?O que seria valor a essa altura do campeonato

Quero matar-me e ao meu ego também?

Entendas,

Pois não irei dizer-te mais nada.

Mais foi quando de repente,

A depressão que se tornava presente,

Ausentou-se deixando-me apenas o ego,

De quem apenas esqueci de cuidar,

O EU existente em mim!


Autora:Laís Gonçalves,estudante

sábado, 7 de novembro de 2009

O poeta é um fingidor.
Finge tão completamente
Que chega a fingir que é dor
A dor que deveras sente.
E os que lêem o que escreve,
Na dor lida sentem bem,
Não as duas que ele teve,
Mas só a que eles não têm.
E assim nas calhas de roda
Gira, a entreter a razão,
Esse comboio de corda
Que se chama coração.